Eu vendo para grandes contas toda semana.
Sou CEO e cofundador da Maestro ABM, plataforma de orquestração de ABM com 140 clientes. O que levo para a convenção é o que a gente roda com clientes, não teoria de slide.
Uma palestra que vira prática dentro da sua convenção. O time trabalha em cima das contas reais da empresa e volta para a rotina com contas escolhidas, o comitê de compra mapeado e um plano de ataque.

Todo diretor comercial já viu esse filme: três dias de convenção, energia lá em cima e, quinze dias depois, o time prospectando do mesmo jeito de sempre. Aqui a lógica é outra. O conteúdo parte das contas que vocês querem conquistar, e o time pratica ali mesmo, com a liderança junto.
Sou CEO e cofundador da Maestro ABM, plataforma de orquestração de ABM com 140 clientes. O que levo para a convenção é o que a gente roda com clientes, não teoria de slide.
Sou autor de ABM: Orquestração, sobre a metodologia de vendas complexas em contas-alvo, e de outros quatro livros sobre marketing, personalização e vendas B2B.
Os grupos trabalham contas reais da empresa durante a convenção. Ninguém volta só com anotação; volta com a conta mapeada.
A convenção vira o momento de alinhar linguagem, contas prioritárias e papéis entre os dois times, com todo mundo na mesma sala.
4 blocos, do porquê ao plano. A ordem e a profundidade mudam conforme a agenda da convenção e o momento do time.

Por que o funil tradicional trava em vendas complexas e o que muda quando o time passa a contar contas, e não leads. É a virada de chave que organiza o resto da convenção.

Onde o time coloca energia: perfil de cliente ideal, prioridade de contas e sinais de que uma empresa está pronta para conversar. Depois, quem decide lá dentro. Em média, os clientes da Maestro falam com pelo menos 9 pessoas de uma empresa para fechar a conta.

Quem faz o quê em cada conta, como os dois times trocam informação e por que a convenção é o melhor lugar para combinar isso: todo mundo está na mesma sala.

Como transformar o mapa da conta em ação: mensagem para cada pessoa do comitê de compra, canais, cadência de contatos e personalização sem virar trabalho artesanal sem fim.
A palestra é só uma parte. O que faz o conteúdo virar prática é o que acontece em volta dela.
Entendo metas, mercado, perfil de cliente ideal e as contas que vocês querem conquistar. O roteiro é ajustado ao momento do time, com exemplos do seu setor.
Primeiro, a lógica de ABM e vendas para contas. Depois, os grupos trabalham contas de verdade: escolhem, mapeiam quem decide e montam a abordagem.
Cada grupo sai com a conta mapeada e o plano de ataque pronto para levar para o CRM e para a rotina comercial.
Para abrir a convenção com a lógica de vender para contas e alinhar o time inteiro na mesma direção.
A palestra seguida de prática em grupos, com as contas de vocês na mesa e a liderança junto.
O que os grupos preenchem durante a prática e levam de volta para a rotina.

Empresas que colocaram esse conteúdo na frente do próprio time comercial.
Eu respondo com sinceridade se o formato faz sentido e como adaptar o roteiro para a sua convenção. Se preferir, a proposta também pode sair pela Polo Palestrantes.